terça-feira, fevereiro 21, 2012

To forgive or to Forget!... (the long one)

Ninguém gosta de ser um por ser (…)

É leve o peso dum Caído…

Renascer:

(1/4)

What does a normal person do when he’s lost? - Usually stop, look around, think, try to remember, wait, go back … Well… (…) arrogância à parte:


A Loucura sempre me serviu na perfeição. Sempre quis chegar mais fundo, sentir tudo nem que fosse a profundidade do não sentir. Esquecer - - esquecer até ao lembrar e novamente esquecer… e assim prosseguir.

Nunca admitir, nunca chegar, nunca pensar, anestesia…!... Ver enquanto cego, saber mas ser inocente!... Combater mas jamais… jamais atingir quem quero ser…

A realidade é tolerável, mais honesta é a verdade… Visualizar o espelho como ele é: quanto conquistei? Quanto ficou por conquistar? Serão os mares e marés já demasiado fortes? Serei eu demasiado fraco? A inocência conquistasse, negoceia-se?

Entre o quis e o que me foi dado a perder? Fui eu o culpado? Serei eu já demasiado? Serei eu ainda inocente? “How close am i to losing you?”

Afogar-me nos poços de mim… não sou nem serei quem fui… fujo ou não seria, não sou, não fui!...Eterna escuridão…de me ser, de me ter comigo, em mim, por mim. Qual a resposta correcta para se ser um bom Homem…

Riqueza adentro, conquistei mares e marés!... Sou e serei pelos amigos que fiz, pelos desejos que não esqueci, pelo que me lembro. Eu completo? Nunca! Sou uma pirâmide que se constrói…

E adulto ser criança ainda.

(um dente cresce…)

“The most important kind of freedom is to be what you really are. You trade in your reality for a role. You trade in your sense for an act. You give up your ability to feel, and in exchange, put on a mask. There can't be any large-scale revolution until there's a personal revolution, on and individual level. It's got to happen inside first. You can take away a man's political freedom and you won't hurt him- unless you take away his freedom to feel. That can destroy him. That kind of freedom can't be granted. Nobody can win it for you.”

Jim Morrison

...

“E aquele senhor poeta

Que anda bêbado na rua,

Tem filáucias de profeta,

Traz barbas de vagabundo,

Lança apóstrofes à lua

E dorme num vão imundo,

Contenta-se com tão pouco

Porque diz, bêbado e rouco,

Que os seus poemas de louco

Poderão salvar o mundo!”

- José Régio

sábado, fevereiro 04, 2012

Vertigens de Sangue.

A vida ocorre: os desenhos ainda são desenhados, os poemas escritos, tudo prossegue como ontem, mas o hoje já não o é hoje, é o será, o seria, o amanhã. Segredos segregados - vertingens!




Julga quem te julga e culpado serás. Dispo-me da inocência, torno-me culpado, sempre o farei. As margens do Nilo magoam-me os versos e a cadência da vida; mergulho, afogo-me, regresso a mim – nu de mim, não sou quem serei, construo-me...




A verdade é: O manuscrito se não existe ficou por existir! Saudades da vida/morte, saudades... Mas porque apenas me persigo a mim? Quero o verde! Quero o ocidente! Quero o jardim (paz do coração)…






Conquistar paz, ambicionar Ver.




“When I walk inside the dark I’m calm”

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

Dia...

Fazer da noite dia... Faz frio cá fora.