quinta-feira, novembro 19, 2009

Sonhos ébrios (verso 1)

Faço-o não sei se para me encontrar se para fugir de mim (do que me tornei ao tentar encontrar-me…) talvez a única verdade seja a de A. Camus: “Mas a ‘fadiga’ desaparecia no dia seguinte e, com ela, o segredo; e eu atirava-me outra vez.”

E assim talvez perdi-me por teias e demónios que desconheço, mas de certo belos e bonitos… de certo tão meus que de mais ninguém…
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Porém quão longe estou…
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Ambulância para alma! Sonhos sem ‘sonho’ e eu por fim mais eu...
Meu ‘regresso’ a um dançar da minha verdade. Poderia eu...
....
Who said love can’t be sober?
who said... I wasn't there.

Duas e dois.

segunda-feira, novembro 02, 2009

Rascunho

- Ao levantar a cabeça faço o pino ás minhas ideias, tento sacudi-las e nada!!. Com a cara na mão, a palma suada e rugosa, leva a pensamentos obtusos e com lógicas duvidosas, tempos idos diria que não era nada, mas hoje tenho outras certezas e diferentes dúvidas, a filosofia é igual à melhor garrafa de whisky, depois de vazia, a dúvida permanece como o homem e o seu Deus ele acredita, ele chama, ele chora, mas ele não vêm, porque não existe?
A dúvida metódica, extrapolada à forma da formiga leva a percursos de navegadores e de pastores do deserto, rapazes, homens e velhos, heróis e magos de fantasia, tentaram em vão caminhar a redundância deste e de outros caminhos, vencidos e cansados, ficaram por lá, esquecidos por uns, lembrados por outros já de si mortos, como os livros esquecidos na biblioteca de Alexandria, rascunhos pequenos esboços.