Deixa-me ir. Prometo voltar, um dia... seja noite ou dia. Que mais irá acontecer? senão um breve oscilar de estações! Que pode mudar? se é eterno!
Prometo voltar, igual, diferente, eu mesmo, não o sei! Sei que voltarei. Por ser aí que EU estive! por ser aí onde EU sempre estarei. ...
Como pode um sonho morrer!? Como pode uma verdade terminar? porém se esvai o momento...Torno-me outro!
Deixa-me ir... parto!... sem destino! Parto...da dúvida de te ter aqui se tão ali!... parto e não regresso. Sem destino, fujo!... fujo... tão de mim se de ti... Esqueço-me! Dou-me ao esquecimento... Tentativa de ser eu senhor de mim! De me esquecer de mim!
Adeus! Parto ao sabor do vento, das marés, das estrelas, dos sonhos... Abalo consentindo-me às ataraxias da vida...às incertezas do momento...adeus.