Os calendários mudam, os crimes prescrevem E o que permanece? Em mim apenas moram as palavras que não disse. - Os anos só passam no reflexo dos espelhos, os dias para quem acorda e abre a janela, de resto tudo permanece, não existem estações:
num dia sol, noutro chuva, a ninguém importa!
o Porteiro abre a porta. a Morte entra pede um café comenta o tempo (seja ele qual for…). o Vento chama-a. o Porteiro abre a porta. o Carteiro entra. a Morte sai. o Vento declara-se. (…) a Morte mata o Vento. o Vento morre, o café arrefece. as cartas estagnam (O fim do romance! Oh lift me up!...) ...o Carteiro abre a porta. a Morte reentra - comprar cigarros ou valium. o Carteiro de férias foge. a Porta segue-o. bonita Paixão - desemprego do Porteiro. a Morte fica, não sai: ‘quê da Porta?'. a Loucura surge. O café "arrefece" frio…torna-se cerveja - vicio do poeta. Tudo prossegue.
num dia sol, noutro chuva, a ninguém importa!
o Porteiro abre a porta. a Morte entra pede um café comenta o tempo (seja ele qual for…). o Vento chama-a. o Porteiro abre a porta. o Carteiro entra. a Morte sai. o Vento declara-se. (…) a Morte mata o Vento. o Vento morre, o café arrefece. as cartas estagnam (O fim do romance! Oh lift me up!...) ...o Carteiro abre a porta. a Morte reentra - comprar cigarros ou valium. o Carteiro de férias foge. a Porta segue-o. bonita Paixão - desemprego do Porteiro. a Morte fica, não sai: ‘quê da Porta?'. a Loucura surge. O café "arrefece" frio…torna-se cerveja - vicio do poeta. Tudo prossegue.
Vou tomar um café nocturno! Festejar a morte do ontem ou o amanhã do depois
