Eu, impotente?
Pelas mesmas horas de ontem, os pássaros citadinos, que sempre ausentes, surgem por entre melodias solitárias de amor, de dor... Porém, nada emerge de mim, a página permanece racista, distante da virtude...longe até de mim... Tento! Nada! Um mais golo de viagra espiritual! Nada!? «- Por onde andas escrita!? Porque me teimas em fugir? (Que te fiz? senão amar...)»
Saiu. Vou esquecer, pensar talvez.... Chove, como que pela primeira vez. Estranhamente caminho com destino – procuro-te e/ou fujo-me – Paro, levanto a cabeça, olho o céu... e em segredo pergunto: “Por quem hoje choras céu?...” Silenciosamente as lágrimas prosseguem, lavo-me de tudo (eutanásia mental!?). Caminho...caminho somente! Um breve raiar: a noite passou, o novo dia chegou!
Saiu. Vou esquecer, pensar talvez.... Chove, como que pela primeira vez. Estranhamente caminho com destino – procuro-te e/ou fujo-me – Paro, levanto a cabeça, olho o céu... e em segredo pergunto: “Por quem hoje choras céu?...” Silenciosamente as lágrimas prosseguem, lavo-me de tudo (eutanásia mental!?). Caminho...caminho somente! Um breve raiar: a noite passou, o novo dia chegou!
...
Regresso lentamente...desisti: sei-te algures perdida, ressacada, despida... Talvez o novo dia te traga. Debito umas ultimas letras, conformo-me... vou sonhar.
