Destreza de me ser…
Esconderijo secreto, sou outro… Necessidade de destruição: de fugir… de quebrar pelo mar.
Despeço-me sem adeus, sem voltar, sem labirintos… Império MEU que construi solitário, carência de partir – sangrar da mente? Poderia ser são? – Beijo o dia que nasce, mas fico por o ver...Tenho medo de acordar, de não me conseguir regressar.
Não sou, nem nunca serei poeta, seja essa a única verdade, seja essa a poesia, o livro nunca aberto, o poema por ler…é fácil: é adormecer quando ela acorda.
... hoje, morro amanhã!
Minha suave ‘Destreza de me ser…
