sábado, abril 16, 2011

Destreza de me ser…

Afoguei-me pelo amanhecer nocturno Perseguir a Poesia, mas apenas ambicionar pazCresço mais fraco, destruir a sanidade que jamais me apazigua a mente – sou poeta, minto. É-me fácil, é fácil: é sentir e dizer que não o faço. Mas sou… sinto poesia: Sou verso (ponto final) – silêncio ou amanhecer?





Esconderijo secreto, sou outro… Necessidade de destruição: de fugir… de quebrar pelo mar.





Despeço-me sem adeus, sem voltar, sem labirintos… Império MEU que construi solitário, carência de partir – sangrar da mente? Poderia ser são? – Beijo o dia que nasce, mas fico por o ver...Tenho medo de acordar, de não me conseguir regressar.





Não sou, nem nunca serei poeta, seja essa a única verdade, seja essa a poesia, o livro nunca aberto, o poema por ler…é fácil: é adormecer quando ela acorda.





... hoje, morro amanhã!





Minha suave ‘Destreza de me ser…