Sempre te amei, o descobri senão hoje então ontem. Desconheço, porventura, os motivos, de te ter sonhado em todos os sonhos por mim sonhados...ao certo, desconheço as formas que toma o destino, ou sua inexistência, mas te sonhei. Foste “sonho”, e aqui nesta realidade de todos os presentes me lembro, ainda, de ti...
Há muito julgara ter esquecido como sorrir... há muito me esquecera de me achar!...há muito não era senão lembrança vã... E nas danças voláteis de me recordar e de ser quem realmente sou... te fiz a eterna definição de mim, que à muito procurei e à muito deixei de procurar...
Quanto tempo durará este sentimento que me faço pensar?... (Quantos batimentos me custará) Como gostava de ser deus, senão Epicuro, então Baco...para assim tornar este efémero momento...na mais eterna das eternidades... não por te ter como minha...mas por me saber teu.
Há muito julgara ter esquecido como sorrir... há muito me esquecera de me achar!...há muito não era senão lembrança vã... E nas danças voláteis de me recordar e de ser quem realmente sou... te fiz a eterna definição de mim, que à muito procurei e à muito deixei de procurar...
Quanto tempo durará este sentimento que me faço pensar?... (Quantos batimentos me custará) Como gostava de ser deus, senão Epicuro, então Baco...para assim tornar este efémero momento...na mais eterna das eternidades... não por te ter como minha...mas por me saber teu.
