segunda-feira, outubro 17, 2011

Destreza da Verdade: A partida também é composta pelo regresso

Pela eterna proximidade com que a noite nos afaga a distância de coração. D’alma pequena (pequena como ao mundo) – impar ditado – “pequena” como a saudade que devora. Caí a noite e são as estrelas que ditam o futuro.




Velas armadas, jaz na partida a resposta, jaz na saudade a beleza. Sorriso distante, meu, seu, nosso… E se as palavras queimam o papel, os sentimentos tatuam a pele! Fotografias, momentos, ecos e becos. O destino é menino e moço e Lisboa amanhece e não entristece quem ainda não dorme, quem parte.




Palavras, palavras, palavras (reticências). Caminho crente: possuir pouco de tão louco, de tão enlouquecido: sentimentos como pão, bondade como água. E pobre, sorrir! Crente do caminhar.




Porque existe sempre um local onde regressar: o aqui, o presente, o agora, este doce passado do futuro que virá.


Velas armadas – o mundo é pequeno. Bom voyage, bom regressar.



Até ao meu ‘presente’ regresso




"It's always darkest before the dawn"