Vertigens de Sangue.
A vida ocorre: os desenhos ainda são desenhados, os poemas escritos, tudo prossegue como ontem, mas o hoje já não o é hoje, é o será, o seria, o amanhã. Segredos segregados - vertingens!
Julga quem te julga e culpado serás. Dispo-me da inocência, torno-me culpado, sempre o farei. As margens do Nilo magoam-me os versos e a cadência da vida; mergulho, afogo-me, regresso a mim – nu de mim, não sou quem serei, construo-me...
A verdade é: O manuscrito se não existe ficou por existir! Saudades da vida/morte, saudades... Mas porque apenas me persigo a mim? Quero o verde! Quero o ocidente! Quero o jardim (paz do coração)…
Conquistar paz, ambicionar Ver.
“When I walk inside the dark I’m calm”

1 Comments:
Odeio.me a cada visita.. nao consigo nao vir.. nao procurar.. liberta-me..
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