sábado, fevereiro 04, 2012

Vertigens de Sangue.

A vida ocorre: os desenhos ainda são desenhados, os poemas escritos, tudo prossegue como ontem, mas o hoje já não o é hoje, é o será, o seria, o amanhã. Segredos segregados - vertingens!




Julga quem te julga e culpado serás. Dispo-me da inocência, torno-me culpado, sempre o farei. As margens do Nilo magoam-me os versos e a cadência da vida; mergulho, afogo-me, regresso a mim – nu de mim, não sou quem serei, construo-me...




A verdade é: O manuscrito se não existe ficou por existir! Saudades da vida/morte, saudades... Mas porque apenas me persigo a mim? Quero o verde! Quero o ocidente! Quero o jardim (paz do coração)…






Conquistar paz, ambicionar Ver.




“When I walk inside the dark I’m calm”

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Odeio.me a cada visita.. nao consigo nao vir.. nao procurar.. liberta-me..

4:18 p.m.  

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