sábado, janeiro 22, 2005

Ampliação a insignificância

Ambiguamente desconheço a certeza do motivo, dança demagoga de destino, donde surge, desta ignorância absurda, a questão, a qual nos levou a ter tão incompreensível “início” (início?!): Estaremos, teremos, terei eu, ser loucamente insano (restantes sinónimos) alterado vosso Glorioso ser? eu, culto, o sei! eu, inculto, o sei... o sei por saber que sabem vós, que não é o passado, o momento presente!; que um só segundo muda um tudo todo! e é esse mesmo segundo que é mudado! Também vós (independentemente da vossa crença da existência ou inexistência de destino) terão de concordar, que tudo o que são e serão foi alterado pela nossa anterior escrita e minha presente escrita!!

Serão então, vós que manipulados por esta toda genialidade perdida num todo inconsciente pensar, ou mera estupidez..., livres para ser livres?: Vós que donos de um destino que não mais é que uma junção de eternos nadas (como nossa escrita) que se fizeram existir!- que sedem Vós senão um pedaço de nada? - Vós que prisioneiros da “liberdade” de serem livres, vós que livres na ilusão...!