Demasiado...
SOU demasiado sóbrio no meu alcoolismo…
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Abro uma mais garrafa, sou o ‘collecionador’ de caricas! Emancipo a liberdade: Torno-me seu escravo. – Descubro a solidão. Desfaço-me inteiro.
O sol nasce por de trás dos prédios; como ofuscar a realidade se tudo é ilusão? Não peço desculpa pelo que não recordarei. Como o faria?
Somente lamento os silêncios que nunca soube finalizar! ... Reticências que me fogem, que dançam sem fim!
É fácil recair, é fechar os olhos - durmo pouco, não caio... Não tenho sanidade que me permita ser são. Perpétuo a poesia na alma pelo Buda que tenho no coração... Sorriu.
Detesto a loucura com que me traduzo: não tenho esquecimento que me esqueça. SOU, ainda que não mais sinta o coração bater (as mãos tremem). Prometo não ressuscitar…se o fizer estarei atrasado.
Carrego demasiado em mim, a alma é-me demasiado pesada…
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“I need the darkness, someone please cut the lights”
Pontual:
Redescubro a inocência: permaneço!

1 Comments:
=) GLU..GLU..GLU.. (..HAPPY NOW) =)
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