JONAS…. (Versículo 1)
- (…) Desmaiado entre meios tempos, procuro recordações em garrafas vazias. O futuro de alegria prometido por Deus não chega hoje, talvez amanha.
Apaga a luz que me feres a vista, não sabes que os poetas vivem na escuridão. Qual escuridão? A física e a mental, somos o fluxo de consciência da humanidade, reproduzimos a dor e o amor.
Voltei a procurar caricas entre os baldes de lixo, os anos passam e eu rígido e eu brilhante.
O espírito como o tempo, procuro sol mas só da neve. (…)
Escravo de mim próprio peço a Deus que me LIBERTE!

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