sexta-feira, julho 02, 2010

Regresso ou parto, sem nuvens… o novo início?

Adormeci e acordei vestido (ponto final sem reticências). Não me lembra se foi sonho ou realidade... Que importa? Que diferença faria se sempre Vivi do que sonho?!

Espero e aguardo…

Não existe alma que não tenha raptado para trocar com a minha, copo que não tenha virado por um outro … se não o fiz o faria agora - “Minto”

Os sinos reclamam, furiosos, do adormecer ao pôr-do-sol: Versos e versos por construir, criar, tirar do baú, não sou estranho ao estanho que tudo esconde: ‘dai-me poesia e te darei paz’, assim se consome a maresia, a alma…

Cartas por partir, por chegar, descrevo a loucura a cores; o malmequer fica por crescer, a noiva por amar (e tu? Ready?). Esperem…: por onde me fugiu o arco-íris?

I think I’m lost…

‘I’m too tired to drive anyway’

Dá-me paz e te serei…

Dai-me poesia e vivo…

O amor é um verso que não se esquece

O final dum século… seria diferente caminhar com um destino?

Não me despeço por nunca “chegar a partir”. Para onde me levarás vento?