A montanha acorda pelo aguado bramir duma nuvem…
- Donde vens? – Pergunta, sonolenta, num sorriso à expessa nuvem.
- 'Como posso d’algum lado vir se nunca te parti?
Se sou eu quem te completa, que te desperta?
Se sou por quem aguardas quando não estou?
(Se a saudade é tudo de que te alimentas?)
Se é da minha ausência que te sabes presente?
Se é da minha presença que te sabes existente? - responde
(…)
- Donde vens? – Pergunta, sonolenta, num sorriso à expessa nuvem.
- 'Como posso d’algum lado vir se nunca te parti?
Se sou eu quem te completa, que te desperta?
Se sou por quem aguardas quando não estou?
(Se a saudade é tudo de que te alimentas?)
Se é da minha ausência que te sabes presente?
Se é da minha presença que te sabes existente? - responde
(…)
(...)
(…)
A montanha regressa, cansada…: ‘Odeio o vento tanto quanto o amo, MAS aqui me sento e o chamo’. Por fim, readormece.
(…)
A montanha regressa, cansada…: ‘Odeio o vento tanto quanto o amo, MAS aqui me sento e o chamo’. Por fim, readormece.
E na lonjura citadina um jovem agricultor grita:
'Tudo é ilusão ou peixe-espada'
e PENSO: ‘sim, um dia serei feliz – um dia estarei.’

1 Comments:
WAF?!
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