vanGuarda Despida
As palavras são reticências do
universo, ponderam o peso de ditar. Desrespeitam as incógnitas, o mistério… ditam o
destino, o passado, estrangulam e “anulam” o desnecessário como déspotas da
verdade (única mãe de Cristo ou Buda)… observo e fico a espera! Permaneço…a
água acaba por afogar quando a chuva sempre chega.
Ser desonesto na honestidade
de ser, não temer o medo. Transparece a verdade na troca de olhares, onde a transparência
desune o que deus juntou… o dia amanhece na junção de destinos prescritos. Um
pouco de sal, azeite e vinagre e o destino fica temperado, ditado, preso,
escrito!
Julgamos julgar de olhos
abertos, quando nem certa é a certeza de adormecer ou acordar – ditadura mental.
Não existe sonho inocente, não existe mentira no adormecer, apenas no acordar:
“Cristo não morreu carpinteiro”

1 Comments:
=)
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