domingo, fevereiro 03, 2013

vanGuarda Despida



As palavras são reticências do universo, ponderam o peso de ditar. Desrespeitam as incógnitas, o mistério… ditam o destino, o passado, estrangulam e “anulam” o desnecessário como déspotas da verdade (única mãe de Cristo ou Buda)… observo e fico a espera! Permaneço…a água acaba por afogar quando a chuva sempre chega.

Ser desonesto na honestidade de ser, não temer o medo. Transparece a verdade na troca de olhares, onde a transparência desune o que deus juntou… o dia amanhece na junção de destinos prescritos. Um pouco de sal, azeite e vinagre e o destino fica temperado, ditado, preso, escrito!
Julgamos julgar de olhos abertos, quando nem certa é a certeza de adormecer ou acordar – ditadura mental. Não existe sonho inocente, não existe mentira no adormecer, apenas no acordar: “Cristo não morreu carpinteiro”

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

=)

9:52 a.m.  

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