terça-feira, junho 19, 2012

Composição de poesia temporal


É estranho ser já quem não fui! – e tão eu passado, tão distante quanto próximo:

Descubro uma sebenta perdida, envelhecida pelas malícias do pó, perdida até ao destino, ao ocaso das sobras de escolhas não pensadas, apenas vividas... até ao ontem que nunca regressa.

Folhas brancas, folhas por preencher, por amar, nunca por rascunhar, apenas para e pela veracidade...apenas dois versos e uma citação no `minício´:

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“Em arte, procurar não significa nada” P. Picasso


Onde o inicio se principia e não se demove
Na branca eternidade dum verso (solitário)

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Haveria maior necessidade? maior verdade? Maior silêncio por vir? Páginas e páginas por provir...

No início do fim (pois se algum dia existiu inicio enquanto fim...não o seria este?)... :
A eterna composição de mim.

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

“Em arte, procurar não significa nada” P. Picasso

Em arte e em arte apenas...

5:44 p.m.  
Anonymous Anónimo said...

http://www.youtube.com/watch?v=3gsZ3BPr9SA



=)

10:00 a.m.  

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