sábado, dezembro 29, 2012

Desiste: não existem poemas redesenhados!



O passado não regressa, desistiu de mim... flor nenhuma brotará. Não existe caminho por rescrever! As sementes morreram, os traços traçados traçaram o seu destino…
Eu renasci e morro a cada anjo que enforquei. Nasço e morro eu! Nasço cru.

Sou a persistência de quem se abandonou e compreendeu que sorrir é mais necessário que temer: sou amigo dos versos, e aquando no fim, recomeço, nasço do fim, do seu inicio… tão fácil, tão doloroso! O parvo de mim! Sou existência nem que pelas reticências!...

Deixei de procurar: existo ou apenas danço!…