Desiste: não existem poemas redesenhados!
O passado não regressa,
desistiu de mim... flor nenhuma brotará. Não existe caminho por rescrever! As
sementes morreram, os traços traçados traçaram o seu destino…
Eu renasci e morro a cada anjo
que enforquei. Nasço e morro eu! Nasço cru.
Sou a persistência de quem se
abandonou e compreendeu que sorrir é mais necessário que temer: sou amigo dos
versos, e aquando no fim, recomeço, nasço do fim, do seu inicio… tão fácil, tão
doloroso! O parvo de mim! Sou existência nem que pelas reticências!...
Deixei de procurar: existo ou
apenas danço!…

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