A paz (que ambicionas) ser-te-á demasiada guerra...
A destreza de um
caderno manuscrito, pessoal, intrinsecamente rabiscado, transparece a
inveja que sentes. Rrecordações da avidez do que já foste, de quanto já sentiste.
Versos e contra-versos de ecos por serem escritos, refeitos, subjugados à
sintomática carência do tempo. Sentimentos que perduravam num cinzeiro
transcendente, como esse teu prolongar de dor pela incapacidade de
definires o amar, a alma… sufocos que te quebravam enquanto sentias de
olhos abertos.
Foste, És ou apenas
Serás memória vagabunda do que quiseste? Dormência: Desertos de
opacidade em corações embondeiros... desde o naufrágio porque não
emergem as cartas? Quanta escrita ficou mentalmente esbatida e jamais
transcrita para tinta? De quanto silêncio precisa a paz?
…deslarga-me de mim – distante de
si compreende que apenas depreende a surrealidade por ter estado tão
próximo de si, morrer e renascer em si, horas e horas sem fim e afins…
Apreensão de dormência poética: subterfúgios de solidão.
“Let’s just get high enough to see our problems”
The national

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home