terça-feira, fevereiro 28, 2017

Exaustão de prova…


On repeat –

Provo! para que nada que faça fique por fazer (repetição?)… Provo porque sou eu no meu melhor, sou eu sem arrependimentos, apenas feito de feitos e defeitos meus. Bebo, quando provo, porque que me torno poesia de sentimento, desprendo-me do mundano, do pensamento, de quem me tornei para lidar com o carnaval da vida…

Sou, no final, mais do que a soma de derrotas…capaz de enfrentar esta e qualquer outra realidade (ausência de ilusão?)… sou eu sem máscaras, sou mais do que silêncio, conscientemente inconsciente, honestamente ciente de evitar ir dormir para não sonhar…

Provarei, até que me provem o contrário… até lá…. Continuarei a conciliar futuros e passados que ambiciono e me corroem, enquanto  ingiro este presente até ao amanhecer! Devaneios de mim em mim, demência de viver com a dor de definir a dor de viver. Fado silencioso de saber que vou acordar hirto, ermo de mim … a repensar a certeza do quão humano consegui estar (ser?!), reitero: “estar”… até decair, até não mais ser ilusão, por fim morrer e não mais ser prova viva.

and you Drink yourself to sleep to see if you can still feel…