Exaustão de prova…
On repeat –
Provo! para que nada que faça
fique por fazer (repetição?)… Provo porque sou eu no meu melhor, sou eu sem
arrependimentos, apenas feito de feitos e defeitos meus. Bebo, quando provo,
porque que me torno poesia de sentimento, desprendo-me do mundano, do
pensamento, de quem me tornei para lidar com o carnaval da vida…
Sou, no final, mais do que a soma
de derrotas…capaz de enfrentar esta e qualquer outra realidade (ausência de
ilusão?)… sou eu sem máscaras, sou mais do que silêncio, conscientemente
inconsciente, honestamente ciente de evitar ir dormir para não sonhar…
Provarei, até que me provem o
contrário… até lá…. Continuarei a conciliar futuros e passados que ambiciono e
me corroem, enquanto ingiro este presente até ao amanhecer! Devaneios
de mim em mim, demência de viver com a dor de definir a dor de viver. Fado
silencioso de saber que vou acordar hirto, ermo de mim … a repensar a certeza
do quão humano consegui estar (ser?!), reitero: “estar”… até decair, até não
mais ser ilusão, por fim morrer e não mais ser prova viva.
and you Drink yourself to sleep to see if you
can still feel…

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