“Let’s get lost…”
O vinho quente, seco, barato, lentamente dissipado, ardil de tão fácil, misterioso de tão cruel… esse, aquele que me escorre em tabernas donas do meu coração. Aí salvação… faz-me não regressar; aquece-me a alma já tão fria, tão imunda; salva-me de mim, dos silêncios, das abundâncias de passado e futuro, perpetua-me o presente ou um sentimento dum qualquer poema...
O vinho, água física, derrama-se em versos da minha alma, sufoca-me o ‘pensar’, e por instantes permaneço eterno no presente. Fecho os olhos e penso (sarjetas de mijo...?). Fecho os olhos e sinto! E sinto…
São horas de caminhar e caminho! ... “só eu sei ver o sol nascer”
' - Não é arrogância, não, somos imortais porque não temos onde cair mortos'
- Bilac (Antônio Callado)
O vinho, água física, derrama-se em versos da minha alma, sufoca-me o ‘pensar’, e por instantes permaneço eterno no presente. Fecho os olhos e penso (sarjetas de mijo...?). Fecho os olhos e sinto! E sinto…
São horas de caminhar e caminho! ... “só eu sei ver o sol nascer”
' - Não é arrogância, não, somos imortais porque não temos onde cair mortos'
- Bilac (Antônio Callado)

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