quinta-feira, outubro 16, 2008

Porque te fujo eu?*

Vi-te! E fico-me por aí… (um eterno beijo na mão!)
Vi-te…
Espero que sim… Sou o pior de todos e faço-o no meu melhor. Sou parte duma escuridão que nunca se abate, mas para que sempre caminho, Isto é sempre caminho para lado nenhum, e tropeço em nada, em nada!? Sou nada e pouco mais posso ser! Tropeço-me… Que mais poderia? Onde estás quando estaria? Quando estou? Quando sou! Quando poderia?

“De que foges quando o dia nasce?” – perguntam-me os dançarinos do mar, os pescadores de horizontes - permaneço em silêncio, sempre o farei…

Um barco divide a ponte, eu seguro-me e canto para o oceano vazio! Mergulho. Flutuo entre ‘margens filosoficamente juntas, mas fisicamente dispersas’… e uma garrafa que trépida e surrealmente se vê desvanecer livre, livre como eu! Hasta siempre!
Vi-te…e tu porque foges?/* _ _ _ _ _ (o sol ergue-se…)

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

fugis-te mas podes sempre voltar..

3:41 a.m.  

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